Núcleo · O que foge do normal, qual a probabilidade e o que muda isso
Foresight
O Foresight lê o que aconteceu para antecipar o que vem: o que foge do normal, qual a probabilidade, o que seria atingido e que decisão muda isso.
Um motor que projeta falhas, rupturas de estoque e disponibilidade sobre os dados da ontologia e simula o que acontece se um orçamento, um contrato ou uma capacidade mudar.
Medir o que aconteceu não basta para decidir. Quem administra uma frota, uma rede ou uma carteira precisa saber o que vai acontecer e que alavanca muda isso, antes de comprometer o orçamento.
O motor usa o histórico de cada ativo — uso, falhas, reparos, peças, contratos — para projetar qual subsistema vai falhar, qual estoque vai se romper e quanta disponibilidade haverá. A simulação move uma variável por vez e mostra o efeito ao longo do tempo, com as premissas à vista.
Hoje alimenta o Bastion, incluindo o Fleet Control, e o mesmo método serve a uma mineradora, a uma empresa de energia ou a uma polícia. No Focus, projeta também a criminalidade de cada município em um horizonte de cinco anos.
O que entrega
- Previsão de falhas por subsistema
- Ruptura de estoque e ponto de pedido
- Disponibilidade projetada
- Simulação de decisões com premissas à vista
O que muda antes de virar notícia
Weak Signals
Cada município, cada tema e cada ator tem seu ritmo normal. O Weak Signals sinaliza quando algo foge dele, antes de virar notícia.
Um aumento de crimes em um município, mais matérias na imprensa sobre uma empresa, um protesto que se repete: cada fato isolado parece ruído e ninguém levanta a mão.
O Weak Signals compara a última semana com as oito anteriores, por município, por tipo de evento e por ator, e mede quanto ela se afasta do esperado. Em cada município, compara também o número atual com seu próprio histórico e com o ano anterior. Só contam os eventos com credibilidade suficiente, e uma leitura com pouco histórico é marcada como preliminar.
Cada sinal chega com sua gravidade, seu cálculo e suas fontes à vista. A vantagem não é ver mais dados, e sim ver antes.
O que entrega
- Última semana comparada com as oito anteriores
- Por município, por tipo de evento e por ator
- Anomalias em relação ao próprio histórico de cada município
- Apenas eventos com credibilidade suficiente
- Gravidade, cálculo e fonte em cada sinal
Qual a probabilidade e o que seria atingido
Exposure
Para cada município, instituição, empresa ou ativo, o Exposure calcula a probabilidade de algo ocorrer nos próximos sete dias e o que ficaria exposto se ocorrer.
Saber que um risco existe não basta para priorizar. Quem decide pergunta outra coisa: qual a probabilidade nesta semana e quanto do que é nosso — pessoas, ativos, dinheiro, contratos — está em jogo.
Sobre os eventos da ontologia, o Exposure calcula por município, por tema e por ator a probabilidade de pelo menos um evento nos próximos sete dias. Para cada sujeito, reúne sua exposição — população, ativos, valores e contratos —, os riscos candidatos com sua probabilidade e a cadeia de impacto. Os cenários base, adverso e severo são redigidos sobre esses dados, sem acrescentar números.
Cada organização define o que monitora — uma entidade ou seu identificador fiscal, um município, um tema — e recebe um aviso quando surge um alerta, uma tendência sobe ou um evento atinge o que é monitorado.
O que entrega
- Probabilidade de pelo menos um evento em 7 dias
- Exposição: população, ativos, valores e contratos
- Riscos candidatos e cadeia de impacto
- Cenários base, adverso e severo sobre dados da ontologia
- Monitoramentos por organização, com aviso
Quer ver com os seus próprios dados?
Apresentamos o Serendyp aplicado ao seu país, ao seu setor e aos seus riscos.